Olá Pessoal!
Quanto tempo que não nos falamos...
Não é por falta de novidades, pois, neste período de férias eu encontrei muitas novidades envolvendo o tema do nosso Blog.
O assunto que quero abordar hoje para a nossa discussão é "A morte da Educação".
Quem diria... Aquela senhora tão ilustre, bondosa e simpática, parece realmente ter morrido, ou está às vésperas de morrer.
Por que eu digo isso?
Eis que, no último domingo minha família e eu fomos ao Playcenter para nos divertimos naquele, que é um parque de diversões tradicional aqui em São Paulo.
O dia estava muito quente, e as filas para os brinquedos estavam enormes, com uma espera média de 50 minutos para os brinquedos mais interessantes, não que isso seja novidade, pois, já era de se esperar.
O fato que me fez pensar na morte da “Ilustre Senhora Educação”, foi quando me deparei com a seguinte situação:
Imaginem uma fila imensa com pessoas de todas as idades e estilos, e de repente, surgem algumas pessoas e passam pela lateral da fila e acessam o brinquedo tão aguardado pela multidão.
Você pode pensar... Podem ser pessoas idosas, gestantes e ou portadores de deficiência física ou mental, ou então, são pessoas famosas, celebridades públicas que devido ao assédio dos civis não podem ficar na fila, ou quem sabe, são aqueles seres parentes do "Gerson" que gostam de levar vantagem em tudo e sobre todos.
Ah! Esse Gerson! Ele tem uma parentela enorme, nós sempre os encontramos nos cinemas, parques, hospitais, bancos, em qualquer lugar que tenha fila, e, eu até desconfio que seja ele o culpado pela morte da Ilustre senhora...
Se você pensou na última opção, é porque você tem um faro muito apurado!
Essas pessoas são, nada mais, nada menos do que os chamados “VERY IMPORTANT PEOPPLE” mais conhecidos pela sigla "VIP", que traduzindo ao pé da letra significa “PESSOA MUITO IMPORTANTE”, para tanto, basta você adquirir o “PlayPass”. Veja o que é:
“PlayPass é um passaporte individual que permite ao visitante andar em até 8 (oito) atrações sem a necessidade de aguardar na fila e pode ser adquirido em um dos quiosques espalhados pelo parque.” Fonte: http://www.playcenter.com.br
Pois é. O Playcenter institucionalizou a famosa atitude de “Furar a fila”, você chega ao parque e compra esse ingresso com preço diferenciado e tem o “Direito” de passar na frente de todas as pessoas menos afortunadas que lá estão a esperar pela sua vez.
Gostaria de poder falar com o “Gênio” que desenvolveu esse sistema para o parque.
Primeiro, eu diria para ele que a questão das filas reflete um problema de infra-estrutura, pois, se o parque não tem condições de atender, dignamente, determinada quantidade de pessoas, então não venda tal quantidade de ingressos e cobre o preço justo para manter o empreendimento e garantir o lucro de seus acionistas e o conforto dos seus clientes.
Segundo, eu gostaria de saber se ele não acha que já temos Desigualdade Social suficiente aqui no Brasil, pois, já temos desigualdades no acesso a Escola, Saúde, Moradia, Benefícios Fiscais, Saneamento Básico, Alimentação, entre outros, e, agora mais esta.
Além de mais um exemplo clássico de Desigualdade Social, é também uma falta de Educação muito grande por parte dos Administradores do Parque e também das pessoas que utilizam este “Serviço”. É uma falta de educação sim, porém, PAGA e institucionalizada, o que é pior!
Por fim, gostaria de dizer: “Não digo desta água não mais beberei”, mas, com certeza farei um imenso esforço para não utilizar as suas instalações, já que o meu Rico Dinheirinho não vale tanto para esta Instituição, nada mais justo que ela fique com o faturamento apenas dos “VIP’s”, ou melhor, dos “PlayPass”.
E vocês o que acham? Enviem as suas opiniões, mesmo que seja contrária a minha posição, e divulguem aos seus colegas, pois, eu acredito que ainda possa haver uma revolução através da Internet.
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
A COR DE QUEM MORRE EM SÃO PAULO.
Para você, a morte tem cor?
A raiz do preconceito que tentamos de todas as formas esconder, está presente nos dados e estatísticas apresentados pelos grupos de pesquisas.
Em São Paulo, os brancos e negros morrem geralmente, na mesma proporção.
Mas... Quais as causas dessas mortes?
Os brancos morrem por causas naturais e os negros por causas externas.
Os brancos morrem por causas naturais e os negros por causas externas.
Leia mais.
Fontes: http://www.seade.gov.br/produtos/idr/download/mortalidade.pdf
Fontes: http://www.seade.gov.br/produtos/idr/download/mortalidade.pdf
quinta-feira, 26 de novembro de 2009
Homem de 91 anos morreu logo após terminar obituário.
"Do G1, com informações do Jornal Hoje
26/11/2009
Locutor de anúncios fúnebres em Nova Europa, a 317 km de São Paulo, um homem de 91 anos deixou gravado o anuncio da própria morte e o convite para o velório.No alto falante, em plena praça central da cidade, Nelson Fortunato repetiu o que fez a vida inteira.
Ele leu em voz alta: "Nota de falecimento. Estou anunciando o meu falecimento. Falecimento: Nelson Fortunato, vosso comunicador falante. Como foi gravado antes da minha morte, não tem a hora do enterro, mas é importante que todos saibam que eu morri."
A confirmação da morte ocorreu logo após a gravação do anúncio. O locutor oficial de anúncios fúnebres foi irreverente: deixou o próprio obituário prontinho. Funcionário público, vereador, era ele quem projetava os filmes nos três cinemas que a cidade teve. O velório ficou cheio. "
Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1393486-5605,00.html
quarta-feira, 25 de novembro de 2009
Câncer de mama - a maior causa de morte nas mulheres
Esse recado é para as mulheres e para os homens que tem uma mulher ao seu lado.
Você sabia que o câncer de mama é o que mais mata as mulheres no Brasil?
Muitas vezes o câncer é detectado tardiamente, pois as mulheres não vão ao médico com frequência para fazer os exames necessários e quando há o diagnóstico, muitas vezes é tarde demais, pois o câncer pode ter sido transmitido a outros órgãos próximos, podendo levar à morte.
Sintomas:
Os sintomas palpáveis são os nódulos ou tumor no seio, acompanhado ou não de dor mamária. Podem surgir alterações na pele que recobre a mama, como retrações dando um aspecto de casca de laranja. Também podem surgir nódulos palpáveis nas axilas.
Detecção precoce:
A mulher pode se auto examinar, mas não deve deixar de ir ao médico com regularidade para a realização dos exames clínicos e da mamografia, que é aconselhada para as mulheres a partir dos 35 anos.
Mulheres, as informações a respeito desse assunto estão sempre na internet, TV, rádio, jornais, revistas e não há desculpas para não se cuidarem.
Vamos adiar a morte e nos preservar.
Quem quiser maiores informações acesse o site do Instituto Nacional do Câncer: http://www.inca.gov.br/
terça-feira, 24 de novembro de 2009
ENCARANDO A MORTE
Desde muito cedo lidamos com a separação, mas é diante da morte de alguém próximo a nós que vivenciamos a perda denominada “para sempre”.
Com o distanciamento do homem em relação à morte, criamos um tabu, como se fosse desaconselhável ou até mesmo proibido falar sobre este tema.
Queremos evitar a dor, evitar a perda e fugir da morte. Sempre achamos que o outro é que vai morrer e não nós.
O ser humano lida com duas concepções em relação à morte: a morte do outro, na qual todos têm consciência, e a concepção da própria morte, a consciência da finitude, na qual evitamos pensar para não termos que encarar o desconhecido.
A angústia gerada ao entrar em contato com a morte faz com que o ser humano mobilize-se a vencê-la, acionando vários mecanismos de defesa expressos através de fantasias inconscientes sobre a morte.
O homem é o único animal que tem consciência de sua própria morte. O medo de morrer é universal e atinge todos os seres humanos, independente da idade, sexo, nível sócio-econômico e credo religioso.
Segundo Freud (1917), ninguém crê na sua própria morte. Inconscientemente estamos convencidos de nossa própria imortalidade.
Com o distanciamento do homem em relação à morte, criamos um tabu, como se fosse desaconselhável ou até mesmo proibido falar sobre este tema.
Queremos evitar a dor, evitar a perda e fugir da morte. Sempre achamos que o outro é que vai morrer e não nós.
O ser humano lida com duas concepções em relação à morte: a morte do outro, na qual todos têm consciência, e a concepção da própria morte, a consciência da finitude, na qual evitamos pensar para não termos que encarar o desconhecido.
A angústia gerada ao entrar em contato com a morte faz com que o ser humano mobilize-se a vencê-la, acionando vários mecanismos de defesa expressos através de fantasias inconscientes sobre a morte.
O homem é o único animal que tem consciência de sua própria morte. O medo de morrer é universal e atinge todos os seres humanos, independente da idade, sexo, nível sócio-econômico e credo religioso.
Segundo Freud (1917), ninguém crê na sua própria morte. Inconscientemente estamos convencidos de nossa própria imortalidade.
Será que o fato de sentir-se imortal é o que leva alguns a acharem que têm o direito de tirar a vida de outros?
Fonte vídeo: http://www.youtube.com/watch?v=DrUi8Bl1D2k
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
MORTO? COMO ASSIM? SE ESSA MODA PEGAR!
Veja a noticia veiculada no site Terra:
"CGU demite ex-servidor público dado como morto
23 de novembro de 2009 • 16h40 • atualizado às 16h46
A Controladoria-Geral da União (CGU) destituiu do cargo em comissão o ex-servidor do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) Roberto Gomes Luz Braga. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU). Braga, por erro de cadastramento, era tido como morto e, por isso, não foi punido no processo administrativo disciplinar (PAD), instaurado pelo Mapa em 2006.
Segundo a CGU, o lançamento de informação incorreta no Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (Siape) contribuiu para a exclusão do nome do servidor em relação às punições impostas pelo PAD de 2006. Na época, Braga já estava afastado do serviço público.
O resultado do processo administrativo disciplinar apontou que os valores pagos eram acima do valor contratual à prestadora de serviços de informática, sem a comprovação da execução de serviços.
O comparecimento do servidor para prestar depoimento, por conta da apuração de outro PAD, permitiu a constatação de que o ex-servidor estava vivo. Com o erro descoberto, o Ministério da Agricultura sugeriu novo julgamento.
A CGU anulou o ato que evitou que Roberto Braga fosse punido e converteu a exoneração em destituição do cargo em comissão, que impede o retorno ao serviço público. "
Link para notícia:
http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4117499-EI7896,00-CGU+destitui+de+cargo+exservidor+publico+dado+como+morto.html
Pessoal, o individuo simplesmente é dado como morto e ponto?
O fato ocorreu na Controladoria Geral da União que é um órgão federal, que controla O QUÊ???
Não existe nenhuma formalidade a ser cumprida? Cópia do atestado de óbito? Checagem de documentos declarados?
Diante dessa noticia só nos resta gritar... SOCORRO!
Há algo de errado na administração deste nosso Brasil! Precisamos fechar para balanço.
É a festa do caqui amarelo!!
"CGU demite ex-servidor público dado como morto
23 de novembro de 2009 • 16h40 • atualizado às 16h46
A Controladoria-Geral da União (CGU) destituiu do cargo em comissão o ex-servidor do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) Roberto Gomes Luz Braga. A decisão foi publicada no Diário Oficial da União (DOU). Braga, por erro de cadastramento, era tido como morto e, por isso, não foi punido no processo administrativo disciplinar (PAD), instaurado pelo Mapa em 2006.
Segundo a CGU, o lançamento de informação incorreta no Sistema Integrado de Administração de Recursos Humanos (Siape) contribuiu para a exclusão do nome do servidor em relação às punições impostas pelo PAD de 2006. Na época, Braga já estava afastado do serviço público.
O resultado do processo administrativo disciplinar apontou que os valores pagos eram acima do valor contratual à prestadora de serviços de informática, sem a comprovação da execução de serviços.
O comparecimento do servidor para prestar depoimento, por conta da apuração de outro PAD, permitiu a constatação de que o ex-servidor estava vivo. Com o erro descoberto, o Ministério da Agricultura sugeriu novo julgamento.
A CGU anulou o ato que evitou que Roberto Braga fosse punido e converteu a exoneração em destituição do cargo em comissão, que impede o retorno ao serviço público. "
Link para notícia:
http://noticias.terra.com.br/brasil/noticias/0,,OI4117499-EI7896,00-CGU+destitui+de+cargo+exservidor+publico+dado+como+morto.html
Pessoal, o individuo simplesmente é dado como morto e ponto?
O fato ocorreu na Controladoria Geral da União que é um órgão federal, que controla O QUÊ???
Não existe nenhuma formalidade a ser cumprida? Cópia do atestado de óbito? Checagem de documentos declarados?
Diante dessa noticia só nos resta gritar... SOCORRO!
Há algo de errado na administração deste nosso Brasil! Precisamos fechar para balanço.
É a festa do caqui amarelo!!
domingo, 22 de novembro de 2009
Cemitério da Vila Formosa - o maior da América Latina e usado para lazer
O cemitério da Vila Formosa, localizado na Zona Leste da Capital de São Paulo, é considerado o maior cemitério da América Latina, com 780 mil metros quadrados.
O cemitério foi criado em 20 de maio de 1949 e já foram enterrados mais de 1,5 milhão de pessoas e os enterros são de pessoas da classe baixa e pobres.
Ele ocupa a quarta maior área verde de São Paulo, perdendo apenas para os Parques Anhanguera, Ibirapuera e do Carmo, sendo uma importante área verde em São Paulo e na Zona Leste.
Com esse tamanho todo e com sua área verde, o cemitério é usado para o lazer, onde muitas crianças brincam e os adeptos às caminhadas e corridas usam o para praticar esses esportes saudáveis. Isso é consequência do crescimento desordenado e falta de planejamento de criação ou preservação das áreas verdes, para uma cidade tão populosa, na zona mais popular da capital.
"Quem não tem cão, caça com gato."
http://wikimapia.org/236492/pt/Cemit%C3%A9rio-da-Vila-Formosa, extraído em 22 novembro de 2009, às 12:00.
O cemitério foi criado em 20 de maio de 1949 e já foram enterrados mais de 1,5 milhão de pessoas e os enterros são de pessoas da classe baixa e pobres.
Ele ocupa a quarta maior área verde de São Paulo, perdendo apenas para os Parques Anhanguera, Ibirapuera e do Carmo, sendo uma importante área verde em São Paulo e na Zona Leste.
Com esse tamanho todo e com sua área verde, o cemitério é usado para o lazer, onde muitas crianças brincam e os adeptos às caminhadas e corridas usam o para praticar esses esportes saudáveis. Isso é consequência do crescimento desordenado e falta de planejamento de criação ou preservação das áreas verdes, para uma cidade tão populosa, na zona mais popular da capital.
"Quem não tem cão, caça com gato."
http://wikimapia.org/236492/pt/Cemit%C3%A9rio-da-Vila-Formosa, extraído em 22 novembro de 2009, às 12:00.
A ameaça dos mortos - Poluição nos cemitérios em São Paulo
Muitos estudos mostram que os cemitérios são fonte de contaminação de águas do solo freático, levando impurezas e microorganismo tóxicos às águas, que muitas vezes são usadas por pessoas que não usufruem a água potável e sim de poços rasos. Os cemitérios estão causando impacto ao meio ambiente.
Em São Paulo foi constatada algumas contaminações pelo Cemitério da Nova Cachoeirinha e Vila Formosa..
Como essa contaminação pode ocorrer?
Muitos nem imaginam, mas os mortos podem ser considerados uma ameaça ao meio ambiente, pois na decomposição dos mortos que leva em média dois anos e meio dá origem a um líquido chamado “necrochorume”. Este líquido é eliminado durante o primeiro ano de após o enterro. Trata-se de um escoamento viscoso com a coloração acinzentada e que com a chuva pode atingir o aqüífero freático, ou seja, a água subterrânea de pequena profundidade. O geólogo e professor da Universidade São Judas Tadeu, de São Paulo, Lezíro Marques Silva, que há quase 30 anos dedica-se a pesquisas sobre o tema, verificou a situação em 600 cemitérios do País e constatou que cerca de 75% deles poluem o meio ambiente. Ele aponta, por exemplo, o limite de dois metros acima do lençol freático para o sepultamento de um morto. O necrochorume é formado por 60% de água, 30% de sais minerais e 10% de substâncias orgânicas, duas delas altamente tóxicas: a putresina e a cadaverina. “Em São Paulo há vetores transmissores da poliomielite e da hepatite e as pessoas que não têm acesso à rede pública de abastecimento e utilizam poços é que são afetadas. Se em São Paulo a situação já é grave, imagine nos cantões do país?”, questiona o professor.
Em São Paulo não há uma legislação e nem um órgão responsável pela fiscalização dos cemitérios. Acredito que a Vigilância Sanitária poderia ser esse órgão e cuidar disso.
http://www.terra.com.br/istoe/Reportagens/cemiterio.htm, extraído em 19/11/2009. às 23:40
http://correiociencia.wordpress.com/2009/09/22/os-cemiterios-como-fontes-de-poluicao-ambiental/, extraído em 19/11/2009, às 23:52
Em São Paulo foi constatada algumas contaminações pelo Cemitério da Nova Cachoeirinha e Vila Formosa..
Como essa contaminação pode ocorrer?
Muitos nem imaginam, mas os mortos podem ser considerados uma ameaça ao meio ambiente, pois na decomposição dos mortos que leva em média dois anos e meio dá origem a um líquido chamado “necrochorume”. Este líquido é eliminado durante o primeiro ano de após o enterro. Trata-se de um escoamento viscoso com a coloração acinzentada e que com a chuva pode atingir o aqüífero freático, ou seja, a água subterrânea de pequena profundidade. O geólogo e professor da Universidade São Judas Tadeu, de São Paulo, Lezíro Marques Silva, que há quase 30 anos dedica-se a pesquisas sobre o tema, verificou a situação em 600 cemitérios do País e constatou que cerca de 75% deles poluem o meio ambiente. Ele aponta, por exemplo, o limite de dois metros acima do lençol freático para o sepultamento de um morto. O necrochorume é formado por 60% de água, 30% de sais minerais e 10% de substâncias orgânicas, duas delas altamente tóxicas: a putresina e a cadaverina. “Em São Paulo há vetores transmissores da poliomielite e da hepatite e as pessoas que não têm acesso à rede pública de abastecimento e utilizam poços é que são afetadas. Se em São Paulo a situação já é grave, imagine nos cantões do país?”, questiona o professor.
Em São Paulo não há uma legislação e nem um órgão responsável pela fiscalização dos cemitérios. Acredito que a Vigilância Sanitária poderia ser esse órgão e cuidar disso.
http://www.terra.com.br/istoe/Reportagens/cemiterio.htm, extraído em 19/11/2009. às 23:40
http://correiociencia.wordpress.com/2009/09/22/os-cemiterios-como-fontes-de-poluicao-ambiental/, extraído em 19/11/2009, às 23:52
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Vida após a morte.
Não sei você, mas eu muitas vezes me peguei pensando em como é a vida após a morte.
Sempre acreditei que por ter sido uma menina tão boazinha meu destino seria o céu onde eu tocaria harpa pela eternidade junto com os anjos e querubins, mesmo não tendo nenhuma aptidão musical, ou no máximo ficaria no purgatório por algum tempo me arrependendo de alguns pecadinhos.
Se você segue uma doutrina religiosa diferente da minha vai dizer, - Que viagem! , afinal cada uma relata a vida após a morte de uma forma diferente. Graças à democracia hoje as pessoas são livres para acreditar no que querem e agir como querem (é... o caso da UNIBAN não tem explicação).
Mas enfim, para onde nós vamos? Bom, não sei! E já que eu não sei, vou citar abaixo a ideologia de algumas religiões, quem sabe você não “tira a média” e descobre (só não esquece de me avisar).
- Budismo: prega a reencarnação. Segundo eles o espírito retorna em outros corpos e dependendo de sua conduta durante a vida pode subir ou descer na escala dos seres vivos (homem ou animal). O espírito pode renascer em 6 mundos distintos: Reino celestial, reino humano, reino animal, espírito guerreiro, espírito insaciável e reino infernal.
- Hinduísmo: prega a reencarnação. Da mesma forma que o Budismo acredita que o espírito retorna em outros corpos e dependendo de sua conduta durante a vida pode retornar como humano ou animal dentro de 14 níveis planetários diferentes. Após atingir o nível máximo de consciência, a alma retorna ao verdadeiro lar e não reencarna novamente.
- Islamismo: prega a eternidade no inferno ou paraíso. Segundo esta doutrina, Alá trará de volta a vida todos os mortos no dia final (aqueles que merecerem) e estes criarão uma nova vida.
- Espiritismo: prega a reencarnação. Os espíritos retornam com a chance de evoluir em cada encarnação uma vez que no princípio todos eram simples e ignorantes com aptidão idêntica para o bem e o mal.
- Catolicismo e igreja evangélica: prega a eternidade no inferno ou paraíso. A alma é única e eterna e por isso não retorna e sim viverá em eterna comunhão com todos os seres humanos e Deus.
- Judaísmo: prega a sobrevivência da alma e como permite diversas interpretações, algumas correntes acreditam na reencarnação e outras na ressurreição.
- Candomblé: prega a vida eterna do espírito. Acredita que o homem vive para realizar o seu destino e após o seu cumprimento está pronto para morrer, sendo que na morte a alma passa para outra dimensão vivendo com os outros espíritos.
Quando o destino não é cumprido, o espírito ficará vagando entre o céu e a terra interferindo negativamente na vida de outros humanos.
E você no que acredita? Deixe seu comentário e não esqueça de votar em nossa enquete.
Informação útil: Você sabe quais são as principais religiões no Estado de São Paulo? Segue abaixo um panorama de 2000 realizado pelo IBGE.
http://www.ensinoreligioso.seed.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=70
Imagem: O Jardim das Delícias de Hieronymus Bosch
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Plastificação: Inovando a mumificação
Em 2007 tivemos em São Paulo a Exposição polêmica: “Corpo Humano: Real e Fascinante” na Oca do parque Ibirapuera que mostrava vários corpos humanos de doadores plastificados de forma tão perfeita que causava espanto nos visitantes.
A plastificação é um processo novo, mas uma evolução da mumificação praticada pelos antigos Egípcios. Naquela época se acreditava que o corpo deveria ser conservado para a vida após a morte e por isso as famílias mais ricas realizavam a mumificação Osiriana, um processo que durava mais de 72 dias e seguia as seguintes etapas:
1) O cérebro era retirado pelas narinas com a ajuda de um instrumento curvo e de vinho de Tâmara que o dissolvia;
2) Através de uma incisão no abdômen, todos os órgãos, com exceção do coração eram retirados;
3) Dentro do corpo eram inseridos saquinhos de sal que absorvia todo o seu líquido;
4) Após 72 dias o corpo era enxertado com resinas, aromas, etc., e depois enfaixado com tiras de pano de linho.
A mumificação é um processo rudimentar, mas que manteve a história dos antigos faraós viva até hoje. Vários corpos envoltos em faixas brancas foram encontrados e estão expostas em museus pelo mundo.
Hoje a mumificação não é mais praticada, mas assim como naquele tempo, ainda existem pessoas que desejam durar mais do que uma eternidade.
A inovadora técnica criada por Gunther Von Hagens nada mais é do que substituir os fluidos corporais por polímeros, seguindo as etapas abaixo:
1) Após a morte o corpo é embebido em formol, para evitar a sua decomposição;
2) O próximo passo é desidratar o corpo para evitar a ação das bactérias. Para isso ele é imerso em uma banheira cheia de acetona que substitui 99% da sua água;
3) O corpo é colocado em uma câmara de vácuo onde a acetona evapora e depois o espaço deixado vazio nas células é preenchido gradualmente pelo polímero em um processo lento que pode durar semanas;
4) Após este processo o corpo já está protegido, mas não enrijecido. Dependendo de seu destino, os plastificadores podem moldá-lo com a ajuda de cordas, barbantes, etc.
5) Depois de moldado o corpo é seco com gás, luz ou calor e então fica rígido. Este processo pode durar mais de um ano e custa milhares de dólares.
A exposição Body Worlds existe há vários anos, e “seus modelos” já visitaram diversos países.
Caso você queira doar o seu corpo para a platificação, afinal tem gosto para tudo, é só entrar no site http://www.koerperspende.de/en.html e se cadastrar.
Fontes:
Foto de divulgação.
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